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Cine Coaching: O Círculo. Podemos ser ainda humanos?

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Diálogo CoachKarolinne Sousa retrata seus pensamentos com foco em desenvolvimento pessoal e despertar de uma nova consciência. Um universo de provocações para você que busca respostas.

14/11/2018 14h10
Por: Redação
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The Circle (Foto: Reprodução)
The Circle (Foto: Reprodução)

 

Com tantos estímulos como a televisão, redes sociais, sites, drones, tablets, Iphones, smartphones, games, aplicativos. Tudo tão viciante!  Temos chance de ser eu e você, apenas? O que é mais importante para você agora? Toda essa VIDA compartilhada é saudável? Até que ponto a internet nos domina?

O anonimato é tão ruim assim? Por quê? Como? Para quê? Estamos fazendo tudo isso? Você já teve a impressão que a web parece um trem desgovernado? É bem isso que percebi assistindo “O Círculo”. Até que ponto estamos preparados para uma vida tão exposta?

Saber que meus dados são o “Novo Petróleo” e que sou também meros algoritmos me fez sentir pânico! O que faço com os meus pequenos segredos e sombras? Onde guardá-los agora?

Dessa forma volto ao filme com elenco (Tom Hanks, Emma Watson), e muita viagem além-mar, o enredo me provocou várias reflexões, começando com um slogan assustador: Saber é bom, saber tudo é muito melhor. Que medo!

  1. Fica evidente o desejo de controle da sociedade em nível global. Será que já estamos vivendo essa realidade? Ex: google, algoritmos, facebook, e etc;
  2. Quais as consequências futuras de um mundo em que as informações são cada vez mais vigiadas?
  3. Até que ponto o diálogo entre as plataformas digitais nos ajudará qualitativamente?
  4. Existe equilíbrio emocional para administrar tanta exposição?
  5. E quem não quiser participar dessa orgia digital, o que deve fazer?
  6. Como tratar tanta gente viciada em tecnologia?
  7. Como lidar com o “ego sistema”?
  8. Nossa mente vivendo no futuro vai aguentar?
  9. Nessa era digital, com todas essas tecnologias sedutoras, como vamos lidar com os relacionamentos presenciais? Tipo: Família, amigo real, colegas de trabalho, cônjuges...
  10. Creio que o equilíbrio no uso da tecnologia é o que deveríamos priorizar. Mas, de acordo com a Global Mobile Consumer Survey, as pessoas estão muito dependentes dela e acessando sem restrições os smartphones, logo nos primeiros minutos do dia (quem não?).

Os brasileiros desbloqueiam o celular, em média, 78 vezes ao dia. Além disso, as mulheres são as que mais mexem no smartphone, apresentando uma média de 89 vezes, contra 69 dos homens. A principal atividade é fotografar (67%), seguindo pelo acesso das redes sociais (55%).

Que tal buscarmos o uso consciente? Já pensou em dar um novo significado a tudo isso, inclusive a net? Que tal estabelecermos um sistema de “Eco Consciência”? Dessa forma, sem nada meu para acrescentar, convido David J. Schwartz para me ajudar a concluir o texto dizendo: “O pensamento que orienta a nossa inteligência é muito mais importante do que a quantidade de inteligência que nós temos”.