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Vêm aí as novas “mexidas” no xadrez da Politica

Veja também sobre a entrevista de Flavio Dino ao programa “Poder em Foco”

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SonarCarlos Leen apresenta um jornalismo político direto dos bastidores, sempre de maneira critica e transparente

04/03/2020 00h10Atualizado há 3 semanas
Por: Carlos Leen
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Com o início da “janela eleitoral” vários candidatos que disputarão a reeleição, dão sinais de que pretendem se reposicionar no jogo partidário.  A lei garante que até Abril as mexidas aconteçam sem prejuízo a ninguém.

Consta que pelo menos quatro ou cinco vereadores de mandato estejam pensando em mudar de partido. Pelo menos três não escondem isso.

O vereador Hamilton Miranda, do PP, por exemplo, poderá mudar de legenda a qualquer instante ou então terá que fumar o cachimbo da paz com o pré – candidato do partido e liderança maior, Ildon Marques.  Observadores apontam Hamilton muito próximo do atual executivo municipal, o que torna sua vida no PP, completamente fora de lógica.

Outro que está nitidamente balançado a mudar de sigla é o ver, Bebé Taxista (PATRIOTAS) que já confirmou que conversará com a liderança partidária maior, o ex – deputado Junior Marreca para definir a melhor estratégia

Na disputa a prefeitura, as mudanças são menos perceptíveis e o que se vê na prática são os arranjos dos pré-candidatos em busca de apoios. Os cinco maiores nomes da disputa ainda são Marco Aurélio (PCdoB), Ildon Marques (PP), Sebastião Madeira (PSDB), José Carlos (PATRIOTA) e Assis Ramos (DEM).

Flavio Dino

O governador do Maranhão concedeu entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, apresentador do programa “Poder em Foco”. Em falas ponderadas, Dino analisou as atuais circunstâncias que envolvem o avanço das forças civilizatórias no país diante de nítidos retrocessos, baseados em discursos de ódio.

Dino deve ter desagradado setores mais dogmáticos da esquerda em um trecho da entrevista ao afirmar que é preciso “retirar” o termo comunista da sigla por causa do preconceito ideológico e político que foi difundido em cima da questão.

“Todos podem, menos o PCdoB. Ou seja, cobram que nós sejamos dogmáticos. Às vezes nos criticam dizendo: ‘O PC do B está traindo o seu ideário’. Mas por quê? Uma atualização não é necessária? Claro que é necessária”, afirma.

Estratégias

No plano político este movimento deve abrigar todas as forças progressistas e civilizatórias de nosso país. Se a esquerda sectarizar e não for ampla e generosa, fazendo uma inflexão consciente para o centro, buscando estrategicamente isolar a extrema direita, não se combaterá com consequência o inimigo maior e mais perigoso.