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Economia mundial desacelera e Brasil passa por um difícil momento – Governadores se unem

Sob Bolsonaro, a economia brasileira vai de mal a pior.

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SonarCarlos Leen apresenta um jornalismo político direto dos bastidores, sempre de maneira critica e transparente

09/03/2020 12h07
Por: Carlos Leen
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Flávio Dino e João Dória
Flávio Dino e João Dória

Não é coincidência que a chegada do Coronavirus ao Brasil seja no mesmo momento de desidratação da economia mundial com queda das bolsas de valores mundo afora e alta do dólar por aqui.

Com um dos piores PIB’s nos últimos três anos, o governo Bolsonaro afirma, no entanto, que não há motivo para pânico. A equipe econômica liderada por Paulo Guedes afirmou que “temos de manter absoluta serenidade e a melhor resposta à crise são as reformas. Vamos mandar a reforma administrativa, o pacto federativo já está lá, vamos mandar a reforma tributária e seguir nosso trabalho. O Brasil tem dinâmica própria de crescimento (…) Se fizermos as coisas certas, o Brasil reacelera. Se fizermos as coisas erradas, o Brasil piora”, declarou a jornalistas ao chegar no ministério.

Contudo, os governadores do Brasil demonstram preocupação devida a postura reativa e beligerante manifestada por Jair Bolsonaro a frente do Palácio do Planalto. Isso resultou em medidas tomadas pelos 27 governadores nos estados (com matizes ideológicos distintas) que têm atuado em conjunto com agendas que vão de viagens sem o governo federal, oferecimento de auxílio mútuo e até realizando licitações conjuntas.

Flavio Dino (PCdoB/MA) e João Doria (PSDB/SP) são dois destes governadores bem heterodoxos que têm agindo em conjunto e feito críticas ao governo Bolsonaro.  

E, sob Bolsonaro, a economia brasileira vai de mal a pior.

Por meio das redes sociais, o governador do Maranhão afirmou que não há dúvida de que a Reforma Tributária e outras reformas são necessárias. “Mas o dólar está chegando em R$ 5,00, a economia não cresce e o desemprego é gigante. Ações são urgentes. Não basta ficar esperando ‘reformas’”, pontuou.

Segundo Dino, além da economia brasileira ir muito mal, ainda se desenha uma nova crise internacional. “Tempos difíceis para governar um Estado com tantos desafios históricos. Mas, sem desanimar, seguirei fazendo o possível para manter serviços públicos e direitos”, garantiu.

Outro assunto que dominou a pauta nas redes sociais este fim de semana foi o suposto crime de estupro cometido pela trans Suzy, que concedeu entrevista ao médico Dráuzio Varela. Na ocasião o médico havia lhe dado um abraço. Suzy não recebia visitas e estaria sofrendo depressão.

Internautas conservadores divulgaram que Suzy estava presa por estupro de uma criança de nove anos e estimularam ofensas a Rede Globo e a Dráuzio que surpreso respondeu: “Não sou juiz, sou médico”

Segundo apurado e divulgado pela Gladys Gaia no grupo “Mulheres Unidas contra o Coiso #EleNão”, Suzy, a trans entrevistada por Drauzio Varella, não teria cometido os crimes de estupro e homicídio, conforme divulgado pelo Portal R7 e portais de grupos de direita. ““ELA NÃO ESTUPROU E MATOU NENHUMA CRIANÇA. Algumas informações preliminares: A penitenciária pela qual a Suzy está é oriunda APENAS de roubo/tráfico/furto. ”

Assis Ramos fora do páreo?

Um interlocutor político ligado ao grupo do atual prefeito, nos confidenciou que existe uma forte possibilidade de Assis Ramos não sair candidato a prefeito de Imperatriz.Os motivos seriam muitos, mas o “desgaste político” seria o principal.

Obvio que tudo ainda é só especulação. Assunto para uma matéria mais detalhada essa semana, em breve.