E-mail

redacao@correioma.com.br

WhatsApp

99 98190-5359

Radio Timbira
Outubro Rosa
POLITICA

Entrevista: Presidente do PT de Imperatriz e pré-candidato a vereador, Jonas Alves fala sobre seus projetos para cidade

Ex-subsecretário de estado de Infraestrutura se descompatibilizou do cargo para concorrer a uma das vagas à Câmara Municipal em 2020

08/06/2020 10h00Atualizado há 5 meses
Por: Francisco Junior
Fonte: Jornal Correio
1.144
Jonas Alves - Pres. PT Imperatriz
Jonas Alves - Pres. PT Imperatriz

Iniciando a rodada de entrevistas que faremos com os principais pré candidatos a vereador de Imperatriz, o Jornal Correio recebeu nesta segunda-feira (08), o Presidente Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) de Imperatriz, Jonas Alves.

 

Ele, que até abril ocupou o cargo de subsecretário de estado da infraestrutura, se desincompatibilizou para disputar uma das vagas à Câmara Municipal de Imperatriz.

 

Quando e como iniciou o seu interesse por política e por administração pública?

 

Minha formação cristã de igreja foi determinante pro encanto com a política social e consequentemente partidária. Participei em 1995 da semana da cidadania organizado pela Pastoral da Juventude foi quando percebi que as transformações sociais passam sobretudo pelas decisões políticas e gestão.

 

Você fez parte da equipe da SINFRA Estadual por anos como subsecretário, quais foram as maiores obras e conquistas para Imperatriz e região tocantina no período em que esteve na pasta?

           

Imperatriz foi presenteada pelo Governador Flavio Dino com a indicação do secretário Clayton Noleto a uma das pastas mais importantes do Governo. E eu tive a honra de ocupar a subsecretaria como muita honra, a maior experiência de gestão que vivi. Listaria aqui diversas obras importantes, mas acho que três representam bem a ação da SINFRA, Beira Rio nosso cartão postal, Bernardo Sayão e em especial nossa UEMASUL.

           

Mesmo ocupando um cargo de confiança no Governo do Maranhão, o que o levou a buscar ocupar um cargo na Câmara Municipal de Imperatriz?

 

Tenho a convicção que ao atuarmos na política automaticamente as coisas vão se conduzindo para ocupação de espaços de poder, tenho um acúmulo de vivência social e de construção política o que me posiciona a contribuir ainda mais com a cidade.

           

 

Caso eleito, quais seriam seus principais e iniciais projetos para a cidade?

 

Vamos fazer um mandato participativo, mas já teremos uma linha de atuação política definida, na defesa da boa aplicação dos recursos públicos, geração de renda através da criação do fundo municipal de combate a pobreza e apresentar ao próximo prefeito a proposta de criação da lei de incentivo ao esporte e cultura, apenas para citar alguns exemplos.

           

Você é um grande apoiador do esporte na região tocantina. Como estão os desenvolvimentos de projetos durante este período de pandemia para a classe?

 

Tenho alegria de apoiar o esporte e defender sempre a linha da aplicação dos recursos oriundos da lei de incentivo ao esporte e cultura do Estado, acredito muito que o esporte tem que ser feito sempre pela linha institucional a exemplo de 2019. Para este ano a pandemia travou o esporte como um todo.

           

Hoje você também ocupa o cargo de presidente do Diretório Municipal do PT. O que levou a escolher este partido? E quais são os principais projetos para o diretório enquanto estiver na liderança?

 

A História do PT se confunde com minha e com toda uma geração do meu tempo. Fomos forjados em lutas sociais e de classe e o PT nasce com essa tarefa institucional, a identificação portanto foi automática. Durante minha pretensão de presidir o partido disse claramente que teria pelo menos três macros intenções: Organizar a gestão partidária, fortalecer politicamente o partido e devolvê-lo ao centro do debate político de Imperatriz inclusive aumentando nossa bancada municipal.

           

 

Quais os principais desafios você enfrenta como político nesta época de pandemia e o que acredita que pode ser feito no futuro para Imperatriz, que possa amenizar os efeitos econômicos da pandemia?

 

Esse é um momento que requer prudência, bom senso e responsabilidade. Por um lado, é necessário um exercício permanente da sociedade em tentar cumprir as orientações sanitárias sobretudo o distanciamento social. Na outra ponta o Estado Brasileiro precisar ter um plano claro de combate que conjuga crise de saúde com econômica. A pós pandemia nos trará grades perdas, mas é preciso tiara muitas lições.