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Maranhão amplia capacidade de lotação em eventos, igrejas e atendimentos

O governo ampliou de 100 para 150 a capacidade de pessoas em eventos e ampliou o horário de realização dos eventos até 0h

02/07/2021 17h14
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Por: Hyana Reis Fonte: G1 MA
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O governo do estado flexibilizou as medidas restritivas contra a Covid-19 no Maranhão. O anúncio foi feito pelo governador Flávio Dino (PSB), nesta sexta-feira (2), durante entrevista coletiva. Dino afirmou que o estado ampliou de 100 para 150 a capacidade de pessoas em eventos e ampliou o horário de realização dos eventos até 0h. Houve a ampliação, ainda, da capacidade de funcionamento em órgãos públicos e igrejas. As medidas ficam vigentes até o dia 12 de julho.

Veja como ficam as medidas até 12 de julho

  • eventos poderão ter até 150 pessoas
  • a realização dos eventos poderá ser feita até a 0h
  • administração pública estadual poderá funcionar com 80% da capacidade
  • igrejas poderão funcionar com 70% da capacidade

O governador destacou que é preciso seguir as medidas, para que as flexibilizações continuem sendo feitas.

“Agora, se houver superlotação, abuso e se houver um crescimento no número de casos, assim como nós já voltamos atrás, teremos que novamente voltar atrás. E eu não desejo isso. Por isso enfatizo, peço, suplico para que haja a máxima compreensão dos empresários, dos consumidores, porque com isso nós vamos melhorando as condições de funcionamento, reduzindo portando as restrições. Nós tivemos uma redução de casos de óbitos e de internações, com o aumento da vacinação e, por isso, flexibilizamos”, afirmou o governador.

Flávio Dino destacou que o Maranhão foi o segundo estado que mais avançou na vacinação no mês de junho, com aumento de 80% de pessoas imunizadas, o que foi possível por causa da parceria entre o governo do estado e os municípios. Ele afirmou que isso mostra que, ao contrário do que alguns dizem, a intervenção do estado na vacinação é importante.

“Depois de uma alta nas internações, o Maranhão teve uma queda, no mês de junho, no número de internações, o que pode ser um indicativo de que o estado já atravessou a terceira onda. O nosso desejo, a nossa luta conjunta é para que nós possamos sustentar essa tendência de decréscimo e com isso não tenhamos, mais adiante, outro ciclo de crescimento”, disse Dino.

Ainda segundo o governador, já é perceptível o efeito da vacinação no estado em junho, pois com o aumento na vacinação, houve uma queda no número de mortes, e que, por isso, não se pode ir atrás de quem desestimula a imunização dizendo que ela não faz efeito.

“Nós respeitamos as liberdades individuais, mas fazemos questão de mais uma vez destacar a imprescindibilidade do comparecimento à vacinação. É uma medida essencial para proteção sua e da sua família e da sua comunidade”, destacou.

Dino destacou que o Maranhão já tem em relação à vacina contra a covid:

  • 4 milhões de doses recebidas
  • 3,53 milhões de doses distribuídas
  • 3 milhões de doses aplicadas

Ele afirmou que os municípios maranhenses só poderão receber novas doses dos imunizantes se alcançarem 85% ou mais de aplicação das doses já recebidas anteriormente. Há 49 municípios no estado que não estão aptos a receberem novas doses de vacina, pois estão com taxa de aplicação abaixo dos 85%.

Ainda na coletiva, o governador anunciou que, começa a partir de segunda-feira (5), a aplicação da segunda dose de vacina em trabalhadores de segurança, salvamento e forças armadas e, também, em profissionais da educação.

A aplicação será feita no mesmo local em que os trabalhadores tomaram a 1ª dose e na data marcada no cartão de vacinação. Ele destacou que as pessoas que forem tomar a 2ª dose na data certa, estarão automaticamente inscritas para os sorteios do programa Dose Premiada.

Flávio Dino também disse na coletiva que não procedem as acusações de que o governo do estado estaria aplicando critérios indevidos na distribuição de vacinas.

“É mentira, é falso. O governo do Estado segue as tabelas do Ministério da Saúde, segue o Plano Nacional de Imunização. O plano prioriza os grupos alvos e não a quantidade de pessoas que moram na cidade, ou seja, não leva em conta a proporcionalidade da população, o que é uma determinação do Ministério da Saúde e não do governo do estado. É mentira que estamos desviando doses para fazer os arraiais da vacinação, estamos fazendo os arraiais usando as doses que já tinham sido destinadas para os municípios”, declarou.